[Resenha] Meus 15 anos: O Filme

Informações do filme

Título: Meus 15 anos: O Filme 

Tipo: Live Action 

Duração: 103 minutos 

Data de lançamento: 15/06/2017 (nos cinemas), 12/10/2017 (na Netflix) 

Gênero: Romance, Drama, Cotidiano, Escolar, Juventude 

Produtora: Paris Filmes / SBT Filmes 

Baseado em: Meus 15 Anos, de Luiza Trigo 


ATENÇÃO: Esta resenhas contém spoilers. Leia por sua conta e risco. 


Olá, leitores! Como estão? 

Hoje, no blog, falaremos de mais um romance adolescente, desta vez estrelado pela talentosíssima Larissa Manoela como a tímida protagonista Bia, que, ao ganhar uma festa de 15 anos em um sorteio, vai de “nerd esquisita e introvertida” para “a menina que ganhou uma festa de graça”  e passa a ser popular na escola, com um monte de alunos “grudando” nela por puro interesse momentâneo. 

Bia tira vantagem da popularidade imensa que ganhou do dia para a noite, pois sempre quis deixar de ser invisível e ter alguma relevância entre a galera da sua idade. Porém, ela começa a andar com más companhias, a ponto de fazer coisas erradas, como invadir a piscina da escola durante à noite para parecer descolada e “de acordo” com o grupo. 

Desta forma, Bia começa a se moldar para se encaixar entre eles, perdendo a sua identidade durante um período, pensando apenas estar se divertindo, sem perceber na cilada que caiu, pois seu “amigos” populares, apenas queriam motivos para cativá-la e conseguir um convite para ir à festa, inclusive Thiago (Bruno Peixoto), o garoto mais popular e gato da escola, porém interesseiro e manipulador. 

Em contrapartida, seu melhor amigo Bruno (Daniel Botelho), a conhece muito bem e sabe o quanto Bia está perdida em si mesma, precisando voltar a ser o que era antes, pois ele gosta dela pelo seu jeito e essência e não pelo que tem ou deixa de ter. 

Desta forma, o filme nos ensina a importância de valorizar quem realmente nos valoriza e a não ceder à pressão do coletivo, mantendo sempre nossos princípios como prioridade inegociável, e resistir à tentação de um prazer momentâneo, que, muitas vezes, gera uma ilusão em nossa mente, algo que desejamos que seja dessa forma, quando tudo não passa de fantasia. 

É triste pensar que cenas como esta existem em nossa realidade, pois, muitos jovens da atualidade negam tudo o que acreditam para entrar nas modinhas, nos grupos ditos “populares” e se tornam apenas mais um integrante da turma, sem nenhuma personalidade ou diferencial que se destaque. Tudo em prol de uma aprovação mundana, que pode se esvair em questão de segundos. 

A produção também alerta a respeito de ser prudente ao escolher as amizades, pois, nem toda pessoa que se diz amigo, é realmente um amigo de verdade, como visto em diversas cenas durante o filme. 

Sobre os atores, todos foram bem. Alguns eu não conhecia e passei a descobrir por este longa, mas considero as atuações satisfatórias e um elenco bem acertado! 

Só não gostei de ver a Anitta fazendo participação especial no aniversário da protagonista (podia ser qualquer uma, menos ela). Pronto, falei. 


Essa foi a resenha de hoje! 

Espero que tenham gostado! 

Até a próxima indicação, 

Com amor, 

Rebeca Arimi 

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